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26

ago

Cicatrização: A Carne Suína Ajuda no Processo?

Diversos fatores endógenos e exógenos podem
interferir e até impedir que o processo cicatricial
ocorra de forma fisiológica.
Dentre esses fatores podemos citar: hipóxia da
ferida; infecções; tabagismo; medicamentos,
como por exemplo, ácido acetilsalicílico; estado
nutricional comprometido; deciência de vitaminas
e minerais; câncer; fatores ambientais e
alterações metabólicas, como o diabetes mellitus.

A carência proteica altera o metabolismo de várias
proteínas em diversas partes do organismo,
inclusive a pele, onde o déficit
proteico causa diminuição da síntese de colágeno.
Essa deficiência proteica prejudica o processo
de cicatrização e aumenta o risco de infecções
em feridas cirúrgicas, por diminuir atividade
fagocitária e função linfocitária.
Portanto, nutrição inadequada pode levar a um
retardo ou até a interrupção do processo cicatricial,
seja ele pós-operatório ou não.

Assim, existem dietas especiais, cuja formulação
contém nutrientes que estimulam a cicatrização.
Essas dietas são hiperproteicas e enriquecidas
com arginina e antioxidantes (vitaminas A, C
e E, zinco e selênio), desenhadas especialmente
para acelerar o processo cicatricial

Existe uma forte correlação entre cicatrização e
nutrição. Vários nutrientes atuam no nosso
organismo propiciando um processo cicatricial
mais fisiológico. Merecem especial atenção
nesse processo proteínas de alto valor biológico,
vitaminas A, C e E e minerais como ferro,
zinco e selênio.
As carnes vermelhas fornecem boa parte
desses nutrientes necessários para uma boa
cicatrização. Dentre as carnes vermelhas destaca-
se a de suínos por apresentar proteínas de
melhor valor biológico, contendo aminoácidos
essenciais e rica em vitaminas do complexo B,
potássio, ferro, selênio e zinco. Portanto, não faz
nenhum sentido o mito de que a carne suína
prejudique ou atrapalhe o processo de cicatrização.
Pelo contrário, a sua ingestão, pela sua
composição nutricional, auxilia no processo
cicatricial.



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